
A cantora Britney Spears lançou sua autobiografia "A mulher em mim" nesta terça-feira (24). Rumores sobre a sua história começaram a circular ainda em 2021, ano em que a artista conseguiu encerrar a tutela legal implementada pela sua família há 13 anos. No acordo estabelecido, o pai da cantora, Jamie Spears tomava decisões profissionais e financeiras por ela.
A tutela começou em 2008 depois que Britney teve um colapso mental em público, que foi fotografado e divulgado mundo afora. Em “A Mulher Em Mim”, ela conta que a decisão judicial não impedia sua família de capitalizar sobre seu estado fragilizado.
“Eu estava muito doente para escolher meu próprio namorado, mas ainda assim saudável o suficiente para aparecer em séries e programas matinais e para me apresentar para milhares de pessoas em uma parte diferente do mundo toda semana”, ironiza. “A partir desse ponto, comecei a pensar que ele me via na Terra apenas para ajudar o fluxo de dinheiro deles”.
Ela fala também sobre seu distanciamento das telas de cinema após estrear no filme “Crossroads: Amigas Para Sempre”, de 2002. Ela chegou a ser convidada para participar de “Diário de Uma Paixão” ao lado de Ryan Gosling, mas recusou a oportunidade por causa do seu método de atuação.
“Eu realmente me tornei outra pessoa. Algumas pessoas passam por esse método de atuação, mas eles estão cientes do fato de que estão fazendo isso. Eu não tinha separação nenhuma”.
Ela se libertou da tutela familiar e disponibilizou novas faixas como sua releitura de “Tiny Dancer” ao lado de Elton John. Também trabalhou no musical Once Upon a One More Time, espetáculo da Broadway inspirado na sua trajetória.
Ela compartilhou seu lado da história para celebrar ainda mais a sua liberdade.
Com informações de Antena 1



